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DIREITOS
HUMANOS
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OFICINA
2
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TEMA –
Direito à diferença
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Objetivos
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Discutir o valor da igualdade
sob a perspectiva do direito à diferença.
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Discutir o direito à diferença a
partir da experiência do cotidiano escolar.
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Desenvolver conceitos e hábitos
para uma convivência pautada pelo respeito à diferença.
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Discutir o direito à diferença a
partir da noção de alteridade.
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Refletir sobre o direito à
diferença a partir da discussão sobre a identidade de gênero.
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Material necessário: livro “Na
minha escola todo mundo é igual”, de Rossana Ramos, Priscila Sanson.
Editora Cortez, 2004; papel sulfite, lápis de escrever, lápis de cor,
canetinhas e borrachas.
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Atividades:
leitura, interpretação e discussão do livro infantil: “Na minha escola todo
mundo é igual”.
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Leitura do livro, realizada pelo
monitor (a), em voz alta.
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Apresentação das ilustrações do
livro para as crianças.
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Discussão sobre o livro a partir
de questões orientadoras como: qual o assunto do livro? Quais são os personagens
da história? Em que espaço acontece à história? De que forma as crianças
lidam com as diferenças?
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Leitura do Artigo VII, da
Declaração dos Direitos Humanos (anexo 5) relacionando com a história lida.
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Retomar a história lida, no
encontro anterior.
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Pedir para a turma comparar a
situação do livro com sua experiência na escola: como são tratadas as
diferenças?
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Produção final (desenho ou
texto) sobre o assunto, utilizando o Artigo VII da Declaração dos Direitos do
Homem (anexo 5). Organizar a turma em pequenos grupos para a produção.
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Retomar a leitura do livro;
§ Com
a turma A e B trabalhar a igualdade através de fantoche;
§ Com
a turma C trabalhar a igualdade através de peça teatral.
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Breve apresentação dos trabalhos
para o monitor (a) e a turma.
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Material necessário: cópias da imagem para visualização em
dupla; papel sulfite; lápis de escrever, lápis de cor, canetinhas e
borrachas; imagem “Só José é normal”, que se encontra no livro: TONUCCI, F. Com
olhos de criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
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Atividade: leitura, interpretação e discussão da imagem “Só José
é normal”. Produção de narrativa sobre a imagem.
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Levantamento das características
das crianças apresentadas pela professora na imagem “Só José é normal”.
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Descrição das características
físicas das crianças.
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Discussão das questões: qual é a
diferença entre as características de José e as das outras crianças? Por que
só José era normal na visão da professora?
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Discussão sobre quais as
possíveis consequências da classificação dos alunos, feita pela professora.
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Comparação com as experiências
pessoais das crianças.
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Discussão com turma sobre a
possibilidade de transformar a ilustração em narrativa e criar um roteiro
coletivo para realizá-la.
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Revisão da ilustração e do
roteiro para a narrativa sobre a imagem.
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Formação de pequenos grupos
para, a partir do roteiro, elaborar a narrativa.
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Revisão dos textos produzidos
pelos grupos.
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Realização de leitura de cada
texto, feita pelos grupos para o resto da turma.
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Exposição dos textos, associados
à imagem, em mural da escola.
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Atividades: leitura, interpretação e discussão do livro.
Discussão sobre situações do cotidiano.
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Leitura do livro em voz alta,
realizada pelo educador.
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Interpretação do texto a partir
das questões: de que diferença o livro trata? Em que situações, na sua
escola, essa diferença aparece?
Faça
uma lista com outras situações em que essa diferença aparece e escreva, em
grupo, como vocês tratam essa diferença.
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Retomar a história contada no
encontro anterior.
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Realizar breve explanação sobre
diferença e desigualdade. O educador deve fornecer exemplos para que a turma
possa perceber a distinção entre os conceitos.
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Levantar junto com a turma
exemplos de tratamento desigual em relação a gênero no Brasil.
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Discutir com a turma, a partir
das situações levantadas, o excerto sobre diferença e desigualdade (anexo 6).
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Material necessário: livro “O
menino que brincava de ser” de Georgina Martins, editora DCL, 2000; papel
sulfite, lápis de escrever, lápis de cor, canetinhas e borrachas.
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Atividades: leitura, interpretação e discussão do livro.
Dramatização da história.
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Leitura da primeira parte do
livro, realizada em voz alta, pelo educador.
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Interpretação do texto, a partir
das questões: quem é o protagonista do livro? Quais são os personagens do
livro? Qual é o conflito apresentado pela história?
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Releitura do texto, destacando
os personagens e suas características, e os principais elementos do enredo.
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Apresentação da proposta de
dramatização do livro, feita pela turma.
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Seleção de passagens da primeira
parte do livro a serem dramatizadas.
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Leitura da segunda e última
parte do livro, em voz alta, feita pelo educador.
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Interpretação do trecho a partir
da seguinte questão: como o conflito da história foi solucionado?
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Seleção de passagens da segunda
parte do livro a serem dramatizadas.
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Estudo das passagens
selecionadas.
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Levantamento de tarefas
necessárias para a realização da dramatização.
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Distribuição de tarefas para a
montagem da peça.
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Levantamento dos personagens e
suas características.
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Distribuição de papéis a serem
interpretados na montagem final.
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Leitura dramática da peça (cada
um lê o personagem ou narração que fará).
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Montagem de cenário.
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Ensaio geral.
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Apresentação da dramatização
para a comunidade, previamente convidada.
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Blog do Programa Mais Educação da Escola Municipal Mariana da Silva Oliveira, de Rio Branco, AC. Nosso objetivo é divulgar os projetos realizados pelos monitores e estudantes e compartilhar experiências no que se refere ao campo da educação integral.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Direito à diferença
Declaração dos Direitos Humanos
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DIREITOS
HUMANOS
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OFICINA
1
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Tema –
Declaração dos Direitos Humanos
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Objetivos
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Levantar e registrar o que os
alunos sabem sobre os Direitos Humanos.
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Conhecer os direitos
fundamentais dos seres humanos a partir da Cartilha do Ziraldo.
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Relacionar os Direitos Humanos com as
vivências das crianças e adolescentes.
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Tempo necessário para a oficina:
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9 encontros
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Material necessário:
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Cartilha
do Ziraldo; cópias dos textos em anexo, quando houver necessidade; cartolinas
ou papel pardo (craft), papel sulfite; lápis de escrever, lápis de
cor, canetinhas, borrachas, cola, tesoura; revistas e jornais para recorte;
Cd “Jesus não tem dentes no país dos banguelas” ou “Acústico – Titãs – Vol.
1” do grupo Titãs, Cd player.
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Primeiro encontro
Roda de Conversa para levantamento e registro sobre o que os
alunos sabem sobre Direitos Humanos.
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Formar uma roda com a turma e
iniciar a conversa perguntando: Vocês já ouviram falar em Direitos Humanos? O
que vocês sabem sobre isso?
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Deixar que os alunos se
expressem a vontade e a partir do que disserem, fazer outras perguntas,
estimulando-os a falarem mais. Ex: que direitos nós possuímos? Por que os
seres humanos possuem direitos?
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Registrar o que forem dizendo em
um cartaz na própria roda.
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Após a conversa, ler para a turma
o que foi registrado.
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Separar a turma em grupos e
pedir para eles elaborarem cartazes sobre a conversa que tiveram, procurando
expressar através de desenhos, recortes e frases aquilo que sabem sobre
Direitos Humanos.
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Expor os cartazes feitos pelos alunos
em mural da escola.
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Segundo encontro
Conhecendo a Cartilha
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Leitura da Cartilha do Ziraldo
(texto e ilustrações) feita pelo educador e acompanhada por todos.
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Discussão sobre a cartilha a
partir das questões:
a.
No último encontro vocês
disseram o que sabiam sobre Direitos Humanos. Agora que lemos a cartilha, o
que podemos dizer sobre eles?
b.
Quais são os direitos que todos
os seres humanos possuem que estão descritos na cartilha?
c.
O que chamou sua atenção durante
a leitura?
d. Vocês já
viveram situações semelhantes àquelas que aparecem na cartilha, ou conhecem alguém que já viveu? Conte para a turma.
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Após a
discussão, registrar em um cartaz as primeiras conclusões do grupo sobre o
que são Direitos Humanos, quais são os direitos fundamentais que todos nós
possuímos. Deixar o cartaz fixado na sala.
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Terceiro Encontro
Por que houve necessidade de criar os Direitos Humanos?
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Separar
a turma em grupos e pedir para relerem a cartilha do Ziraldo das páginas 1 a
11 e responderem à questão: por que houve necessidade de criar os Direitos
Humanos? Peça para eles anotarem o que discutiram em uma folha, para ser lida
para o resto da turma.
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Durante
a atividade, acompanhar os grupos para garantir que façam a leitura e
discutam a questão a partir do que leram.
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Após o
registro das conclusões dos grupos, pedir para eles lerem para o resto da
turma o que escreveram e discutiram.
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Coletivamente,
discutir a questão a partir do que for lido pelos grupos. Se houver
necessidade, volte à cartilha para garantir que todos compreendam quando e
por que a humanidade percebeu a necessidade de criar os Direitos Humanos.
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Para
terminar, pedir para os alunos registrarem, em forma de desenhos, a conversa
que tiveram.
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Quarto encontro
Os Direitos Fundamentais
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Leitura
do texto “O que são Direitos Humanos?”, que consta no anexo 1, feita pelo
educador e acompanhada por todos. Ler o texto uma vez na íntegra, depois ler
parágrafo por parágrafo e discutir com a turma.
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Leitura
das páginas 8, 9, 12 e 13, da Cartilha do Ziraldo, feita pelo educador e
acompanhada por todos. Conversar com a turma sobre o que entenderam dos
textos lidos, fazendo uma comparação entre eles.
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Fazer
uma lista, junto com as crianças e adolescentes, com os direitos fundamentais
de todo ser humano que são descritos nos textos.
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Dividir
a sala em grupos e pedir para cada grupo elaborar um cartaz, usando desenhos,
recortes e frases sobre um dos direitos da lista (cada grupo deverá escolher
um direito diferente).
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Apresentar
os cartazes para o resto da turma e organizar uma exposição em mural da
escola.
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Quinto encontro
O que significa dizer: todos são iguais, mas respeitando as
diferenças?
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Reler
com a turma as páginas de 2 a 7 da Cartilha do Ziraldo e a partir do texto e
da imagem, discutir a seguinte questão: o que significa dizer: todos são
iguais, mas respeitando as diferenças?
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Fazer
a leitura dos Artigos I e II da Declaração Universal dos DireitosHumanos no anexo 2 e discutir com os alunos cada
artigo, destacando os seguintes trechos:
“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e
direitos”.
“Todas as pessoas tem capacidade para
gozar os direitos e liberdades da declaração, sem distinção”.
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Dividir
a turma em grupos e pedir para fazerem dois pequenos textos, um descrevendo
as diferenças dos seres humanos e outro descrevendo no que somos iguais.
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Cada
grupo lê o que escreveu para o resto da turma, discutindo os aspectos
semelhantes dos textos escritos.
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Após
a leitura dos grupos, fazer um registro coletivo sobre o tema “ser
igual, mas respeitando as diferenças”,
com as conclusões tiradas pela turma e colocar em um cartaz para deixar na
sala.
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Sexto encontro
Direito ao trabalho
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Leitura
dos Artigos XXIII e XXV da Declaração Universal dos Direitos Humanos no anexo
3, feita pelo educador e acompanhada por todos.
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Discutir
com a turma cada item dos artigos, a partir das seguintes questões:
a.
Esse direito é respeitado no
Brasil? Por quê?
b.
Toda
pessoa que exerce a mesma atividade recebe a mesma remuneração por isso? Dê
exemplos.
c.
Todos que trabalham recebem um
salário justo?
d.
O que seria necessário para
assegurar bem estar às pessoas?
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Dividir
a sala em 5 grupos para que cada um elabore uma pequena cena sobre um dos
itens discutidos, com o cuidado de não repeti-los.
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Apresentar
as cenas para o resto da turma.
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Sétimo encontro
Direito ao lazer, cultura e educação.
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Ouvir
a canção Comida, do grupo Titãs.
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Discutir
sobre os elementos musicais como: ritmo, melodia, identificação de
instrumentos e relação entre letra e música.
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Discutir
sobre a letra a partir da seguinte questão: por que eles não querem só
comida? O que mais eles querem?
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Voltar
à Cartilha do Ziraldo e reler com a turma a segunda coluna da página 27.
Pedir para a turma relacionar esse texto com a canção.
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Conversar
com os alunos sobre como o direito ao lazer, cultura e educação podem ser
garantidos. Registrar em um cartaz o que disserempara fixar na sala.
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Oferecer
para a turma diversos materiais e pedir para eles registrarem a discussão da
maneira como desejarem: através de desenhos, poemas, textos, recortes,
canções, etc.
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Socializar os trabalhos
produzidos.
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Oitavo encontro
Direito à Liberdade
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Leitura
do Artigo IV, da Declaração Universal dos Direitos Humanos no anexo 4, feita
pelo educador e acompanhada por todos.
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Discussão
do artigo a partir das questões: o que é escravidão? Quando ocorreu no
Brasil? Quando foi abolida? Vocês acham que ainda existe escravidão no
Brasil? Onde ela ocorre?
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Após
a discussão, distribuir e ler com a turma, o texto informativo: “A
escravidão nos dias de hoje”, autor:
Eduardo de Freitas, Graduado em Geografia, Equipe Brasil Escola. Link para o
texto:
http://www.brasilescola.com/sociologia/escravidao-nos-dias-de-hoje.htm
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Dividir
a sala em grupos e pedir aos alunos que façam cartazes para informar ao resto
da escola, sobre a existência de escravidão no Brasil, na atualidade.
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Apresentar
os cartazes para o resto da turma e organizar uma exposição em mural da
escola.
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Nono encontro
Fechamento da discussão sobre a
Declaração Universal dos Direitos Humanos
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Reler
com a turma o registro feito no primeiro encontro (levantamento dos
conhecimentos prévios dos alunos) e a Cartilha do Ziraldo.
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Perguntar
a eles se, depois do trabalho realizado, é possível compreender melhor tudo o
que foi apresentado, se o que sabiam antes do trabalho foi ampliado.
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Discutir
com a turma alguns temas e direitos importantes que estão descritos na
Cartilha e que não foram trabalhados (direito a saúde, registro civil, meio
ambiente, trânsito, código do consumidor, autoridade, tortura).
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Pedir
para eles observarem as ilustrações da Cartilha, feitas para cada texto e
discutir: as ilustrações estão de acordo com o texto? Elas acrescentam
informações ou apenas descrevem o que está escrito?
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Distribuir
folhas para os alunos e orientá-los a fazer uma história em quadrinhos sobre
o que aprenderam ao longo da oficina. Lembrar que as ilustrações devem estar
de acordo com o texto, podendo acrescentar informações a ele.
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Expor
as histórias em quadrinhos para o resto da turma.
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